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Por exemplo a Mente

Por exemplo a Mente

Afinal, o que é que eu quero?

por Gustavo Castro, em 12.03.15

Depois de falar da intuição, falar daquilo que queremos parece mais do mesmo, no entanto, não é bem assim. O que quero falar convosco diz respeito aos objetivos que vamos definindo ao longo da vida. A diferença entre os nossos objetivos e a intuição é que os objetivos que definimos surgem-nos voluntariamente, enquanto que a intuição é involuntária. E o que é importante entender é que muitas vezes os objetivos a que nos propomos são influenciados por forças externas, outra diferença importante em relação à intuição, já que esta não tem qualquer tipo de influência exterior.

Um exemplo: uma grande parte de nós gosta de estar em forma e por isso um dos objetivos mais comuns é o de perder peso. Este é um exemplo de um dos objetivos que tem influências externas, já que estamos a ser influenciados por aquilo que se considera ser o ideal de beleza que é estar em forma. Este é apenas um dos muitos exemplos de objetivos a que nos propomos e que são influenciados externamente.

O importante aqui é entender os nossos motivos. É importante perceber se estamos a estabelecer objetivos importantes para nós e que vão melhorar a nossa qualidade de vida, ou se estamos a estabelecer objetivos que vão tornar mais fácil a nossa integração na sociedade mas que não nos fazem sentir completamente felizes.

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